terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Contos verídicos em primeira pessoa I.
É estranho ir a uma confraternização famíliar que não é da sua família, mas tudo bem, eu supero, na verdade, já superei. Primeiro vem mil nomes para se gravar, e você só consegue gravar meia dúzia, claro, os que são mais fáceis ou os que você pode associar a algo. Depois insistem que você coma, mas está com dor de estômago, pois está nervosa, e não quer comer, mas se não comer pode ficar mais constragedor por vários motivos, ou insistem mais, ou pensam que você não gostou; mas nada disso, tudo ótimo, só dor de estômago mesmo. Depois você começa a falar sem parar com a única pessoa que conhece por ali, já que provavelmente foi ela quem motivou a visita, e então a pessoa lhe pergunta: Está mais calminha agora? Claro que não. Junte nervosismo, ansiedade e uma multipla personalidade numa mulher e ai sim você vai ver o que é falar. Ai então vem aquela piadinha, não a seu respeito, uma piadinha interna alheia que você não esperava assim do nada, ai você mescla entre choque e vontade de rir, e todo mundo percebe a parte do choque, para seu horror. E assim por diante vai seguindo. E no fim você adora, acha divertido e até esquece de que antes estava apavorada.
E aqui acaba meu primeiro de muitos 'Contos verídicos em primeira pessoa', que faz o possível para narrar o que se passa na minha cabeça em uma confraternização famíliar em que meu namorado e cunhada solicitaram minha presença. E o que você faz quando aquela menina fofinha te diz que está feliz que você aceitou ir, porque ela gosta muito de você: Você aceita né (com cara de boba ainda). E depois ela ainda diz: Eu adoro a Tashinha! XD
Gu e Valerie: Amo vocês!